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História de Vahali Brasil

Vahali é o nome de um Movimento espiritualista esotérico fundado em Genebra, na Suíça.

A fundadora deste Movimento, Mme. Tola Gynska, era de uma família aristocrática russa que se refugiou na Suíça desde 1917.

Poliglota, diplomada pela Escola Universitária de Intérpretes e musicista formada pelo Conservatório de Música de Genebra, esta senhora era uma sensitiva de alto grau. Possuía Mediunidade Cósmica, isto é, entrava em contato direto com os Seres Divinos dos planos superiores através do chakra coronário.

Um dia, ela ouviu uma voz convidando-a para receber mensagens do Além. Aceitou o convite. Era o Mestre Saint Germain que desejava transmitir seus novos Ensinamentos da Era de Aquário. Ele já o havia feito em língua inglesa na América do Norte, através de Godfré Ray King. Agora queria dá-los em francês para ficarem mais acessíveis aos povos de língua latina.

Desde então, Tola dedicou-se completamente ao maravilhoso trabalho de receber os ensinamentos da Nova Revelação dados pelo Mestre Saint Germain e outros Mestres Divinos.

Assim surgiu Vahali, um foco de Luz Divina para espalhar os novos Ensinamentos transcendentes que estão de acordo com a atual evolução da humanidade.

No Brasil, esses Ensinamentos foram transmitidos por Marysia Fontoura Leinz, a partir de 1962. Esta Irmã, frequentadora assídua da Fraternidade Rosa Cruz há 26 anos, era uma ilustre Química Industrial, 1ª mulher formada pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Era também uma persistente pesquisadora no plano espiritual, sempre em busca de uma solução para os mistérios da vida.

Assim que tomou conhecimento dos Ensinamentos de Saint Germain, através do livro "Je Suis I AM Le Règne du Verseau" (Eu Sou I AM o Reino do Aquário), Marysia comunicou-se com a autora Tola Gynska e obteve autorização para traduzir e publicar o livro. Este foi o 1° passo para a implantação do Movimento Vahali no Brasil. Continuando a correspondência com Vahali-Genebra, recebeu instruções, boletins, mensagens e, por fim, a autorização para fundar o primeiro Santuário.

Diante desta responsabilidade, sentiu que era necessário entrar em contato direto com a Sede e resolveu viajar para a Suíça, em companhia da irmã Etienne, também discípula da mesma Fraternidade, em Niterói. Embarcaram para a Europa em Julho de 1963.

Ao desembarcarem no Aeroporto, uma senhora as esperava sorrindo, com a mão levantada segurando um livro roxo-violeta: era Madame Tola Gynska! Seguiram com ela para sua residência, à Rua Bergalone nº 4, sede do Centro Espiritual Vahali!

Permaneceram em Genebra durante vários dias frequentando os trabalhos espirituais, convivendo com Tola e com os discípulos do Movimento que vieram de vários países: Mr. André Doffagne, da Bélgica, e Mr. Robert Lutz, da França, ambos discípulos e dedicados colaboradores, Mme. Renée Paul Simon, Mme. Jomot (Madar), Mme. Odette Boderman...

Naquele ambiente de alta vibração, Mme. Tola recebeu várias mensagens dos Mestres Divinos, entre as quais uma para Mestra Marysia, entregando-lhe a chefia do Movimento Vahali no Brasil, e outra, de São Nicolau de Flue, dando seu nome ao Santuário de Niterói.

Ao chegarem ao Brasil, Marysia, nossa querida Mestra, fundou imediatamente o Santuário em São Paulo e, em Niterói, o Santuário "São Nicolau de Flue do Brasil".

Em 1966 foi realizada uma segunda viagem a Vahali-Genebra. Desta vez, Mestra Marysia, já Presidente de Vahali-Brasil, foi acompanhada por quatro brasileiras: Sra. Marina Bueno – Vice-Presidente, Etienne Santos Corrêa – Dirigente do Santuário São Nicolau de Flue do Brasil e Diva Cervásio, discípula de Vahali.

Ao chegarem em Genebra, ficaram hospedadas na nova Sede do Centro Espiritual Internacional de VAHALI – agora funcionando na Rua Moillebeau nº 47, um belo edifício de três andares. Conheceram então José Gomes, da Espanha, e sua família, que já eram hóspedes de Vahali.

Tola Gynska estava se restabelecendo de uma grave enfermidade e tinha perdido completamente a visão. Neste dia, após um Ritual maravilhoso, Tola recebeu uma linda mensagem de Maria, Mãe de Jesus, saudando Mestra Marysia, suas três Irmãs e todo o povo brasileiro, agradecendo pelo maravilhoso trabalho que a Mestra Marysia estava fazendo para difundir os ensinamentos dos Mestres em português. Eis a mensagem:

 

AYAM AYAM AYAM

MARIA

Eu vim para saudar minha filha Marysia e suas três Irmãs.
Eu vim para saudar através delas todo o povo brasileiro.
Eu vim para saudar esse belo país sobre o qual arde uma imensa Chama Espontânea.
Nós a colocamos aí desde alguns anos, ela aumenta, aumenta sempre.
Eu te agradeço, MARYSIA, por tudo o que fazes para difundir nosso ensinamento em teu país, em português.
Eu te felicito por teu sucesso e pelo imenso trabalho que realizas.
Eu te saúdo e agradeço também a todos aqueles que vêm aos vossos santuários.
Seus apelos sobem na Luz e se espalham sobre a Terra.
Eu gostaria que nosso ensinamento se divulgasse também na África, é preciso tratar disso com o irmão negro que virá aqui.
Esperamos que continueis a trabalhar para a Luz e que tudo se aplanará diante de teus pezinhos, MARYSIA.
Eu vos abençoo.
Antes que eu parta, tendes algum pedido a fazer?
Eu sou AYAM, a Protetora do Brasil.
Eu estou feliz por ver que não há injustiça racial nesse país como há em outros.
É uma grande prova de Amor humano e Divino.
É preciso pedir iluminação para o mundo inteiro.

Nós estamos aí convosco, nós vos ajudamos, nós vos abençoamos, nós vos amamos.
O Brasil é um país favorecido pelos Mestres, como o Congo, o Togo e também a Suíça, este pequenino país, e a Bélgica.
Esperamos que a França siga esses países.
Esperamos que a guerra acabe por se dissolver no Oriente e que não mais se ouça o barulho das bombas, das explosões e dos aviões.
Que DEUS proteja o Vietnã e que a Águia Branca de Vênus estenda suas grandes asas acima desse infeliz país.
Pedi iluminação sobre os dirigentes americanos.

Mestra Marysia, sempre preocupada com o progresso de Vahali no Brasil, fazia pesquisas, copiava as partituras e as letras das músicas usadas no trabalho espiritual.

Após a inauguração de um novo Santuário “Saint Germain du Lac”, em Corcelles, na residência da Irmã Nell Chedell, Mr. André Doffagne fez uma saudação ao Brasil e aos brasileiros, quel foi gravada e traduzida por Mestra Marysia. Ei-la:

“Muito queridos Irmãos e Irmãs brasileiros.
Graças às nossas boas Irmãs Marysia e Etienne, que se deslocaram pela 2ª vez para Genebra, vindas de uma grande distância, tenho a honra de vos transmitir a saudação fraternal dos Ayam Belgas, que compreenderam assim como vós a beleza e a importância do Ensinamento de Saint Germain.
Chegou o momento de se fazer o inventário espiritual da humanidade, para fazê-la sair dos hábitos ancestrais e do círculo de sofrimento onde se acha encerrada.
Eu vos desejo muita perseverança para que todos nós tenhamos sucesso neste caminho glorioso. Boa sorte! Vosso Irmão de AYAM
André Doffagne”

Essa viagem foi um período de aprendizagem superior, de confraternização e de solidificação da Fé. Foi consagrada a grandeza da missão do Movimento Vahali-Brasil: difundir os Ensinamentos do amado Mestre Saint Germain em nosso país e trabalhar para a Terra e toda a humanidade.

Colaborar com os Mestres de Luz para a elevação da taxa vibratória do Brasil, da Terra e sua humanidade não é só um prêmio maravilhoso. É uma verdadeira felicidade: uma Graça Divina!


Vamos difundir entre o povo os novos Ensinamentos de Saint Germain para a Era de Aquário. Desponta uma nova civilização. É necessária uma colaboração amorosa de todos os Filhos da Luz.

Os primeiros Santuários continuavam funcionando harmoniosamente. Em três reuniões semanais os Estudantes Ayam emitiam Apelos Vibratórios para iluminação e purificação dos humanos.

Mestra Marysia, com o dinamismo que lhe era próprio, visitava os Santuários, corrigindo o que não era certo e, ao mesmo tempo, continuava traduzindo e editando os livros de Vahali-Brasil. A Irmã Marina Bueno, na ocasião Vice-Presidente de Vahali-Brasil, colaborava com a impressão dos livros nas gráficas e distribuição nas livrarias.

Os Serviços Divinos (Rituais) recebidos por Tola vinham pelo Correio, diretamente da Suíça, em forma de Boletins. Eram traduzidos pela Mestra e distribuídos aos Santuários.

As Músicas usadas no Ritual, cujas partituras foram copiadas pela Mestra em Genebra, foram traduzidas e adaptadas, sílaba por sílaba, às notas da partitura. Duas Irmãs, Estudantes Ayam pianistas, colaboraram neste trabalho: Yolanda Reichel e Hermínia Lemos.

Em 1970 a Mensageira Tola Gynska fez sua ascensão após uma longa enfermidade. Mr. André Doffagne, discípulo belga e grande colaborador, assumiu a Presidência de Vahali. Assim, a Sede de Vahali Internacional deixou de ser em Genebra e passou a funcionar em Bruxelas (30 drève Soetkin). Não houve interrupção no progresso de Vahali.

Mr. Doffagne era dinâmico e empreendedor. Já havia fundado desde 1965, em colaboração com Tola Gynska, a Revista AYAM para substituir os Boletins mensais que levavam os Rituais e mensagens para todos os Santuários. Tola desejava levar a Luz dos Ensinamentos de Vahali aos irmãos Africanos. Mr. Doffagne supervisionou a fundação de vários Santuários em território africano: Zaire, Congo, Togo, Tchad, etc. Orientava-os através da Revista AYAM e foi pessoalmente visitá-los, levando-lhes estímulo, amor e esclarecimento.

Em setembro de 1978 ele veio ao Brasil, a convite de Mestra Marysia.

Sua estadia durou pouco, mas foi o suficiente para que ele visitasse todos os Santuários, inclusive o Santuário dos Alpes em Campos do Jordão. Cumprimentou a Mestra Marysia pelo progresso da expansão dos Ensinamentos de Saint Germain no Brasil.

Nessa época, surgiram novos Santuários, aumentou o número de adeptos e eram feitas reuniões trimestrais em Campos do Jordão, cidade paulista situada na Serra da Mantiqueira, numa altitude de 1700m, entre riachos e florestas - cidade turística de clima ameno e jardins floridos, também chamada Suíça brasileira, onde a Mestra Marysia possuía uma bela casa de veraneio. 

 

Ali foi fundado o "Santuário dos Alpes" e essas reuniões trimestrais, com duração de sete dias, eram chamadas “Convenções”. Os Ofícios Divinos, ditados pelos Mestres, através da nova Mensageira Helena Begotti, eram direcionados especialmente para as Convenções.

O conhecimento das Verdades Divinas era dado através de palestras e comentários sobre os livros que estavam sendo traduzidos. Assim se passaram longos anos...


A querida Mestra Marysia partiu para os planos invisíveis na noite de 30 de junho para 1º de julho de 1990. Uniu-se à Legião da Grande Fraternidade Branca e continua seu maravilhoso trabalho de redenção da humanidade.

O Centro Espiritual Vahali-Brasil, implantado por ela em solo brasileiro, cresceu como árvore frondosa e ultrapassou as nossas fronteiras, indo florescer em Angola, na África, e em Portugal - núcleos que deram origem aos Movimentos de Vahali-Angola e Vahali-Portugal, nossos Irmãos de língua portuguesa que trabalham em conjunto com Vahali-Brasil, que continua crescendo sob a direção da dedicada Irmã-Presidente Marina Bueno, que foi a grande colaboradora da Mestra desde os primórdios do nosso Movimento no Brasil.

Uma equipe de Irmãos, valorosos trabalhadores da Luz, auxiliam a Irmã-Presidente a espalhar a Luz Divina e a Sabedoria da Religião do 3º Milênio em todo o Planeta Terra.

Que Deus ilumine e abençoe a todos!

Como Participar

 

Vahali-Brasil tem Santuários e Grupos de Chama Violeta em vários locais no Brasil. Há também grupos em Angola e Portugal.

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